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Centro Nacional de Cibersegurança e Portugal Telecom juntam-se a projeto “No More Ransom”

  • 9 meses depois do lançamento, plataforma www.nomoreransom.org tem agora novos parceiros: Centro Nacional de Cibersegurança e Portugal Telecom
  •  Só este ano, mais de 10 mil vítimas de todo o mundo puderam desencriptar dispositivos afetados, sem pagar aos hackers, graças às ferramentas disponibilizadas gratuitamente no portal
  • Projeto pretende melhorar o nível de cooperação entre a polícia e o setor privado na luta contra o ransomware – um malware que bloqueia computadores e dispositivos móveis, cifrando os ficheiros e dados dos utilizadores

 

O Centro Nacional de Cibersegurança e a Portugal Telecom juntam-se à iniciativa da European Cybercrime Center (EC3) da Europol, da Polícia Nacional Holandesa, da Kaspersky Lab e Intel Security na luta contra o ransomware, através da plataforma No More Ransom (www.nomoreransom.org). 9 meses depois de ter sido lançado, o projeto tem agora novos parceiros de referência, está disponível em 14 línguas e contém 39 ferramentas de desencriptação que podem ser utilizadas de forma gratuita.

 

A nível nacional, estão aliados neste combate a Polícia Judiciária, o Centro Nacional de Cibersegurança e a Portugal Telecom, sendo que esta última é, por enquanto, o único operador de telecomunicações português envolvido.

 

A plataforma No More Ransom foi lançada em julho de 2016, introduzindo um novo nível de cooperação entre as forças policiais e o sector privado com o objetivo de, em conjunto, combater a crescente ameaça do ransomware. No portal os utilizadores têm acesso a informação sobre o que é, como funciona e como se podem proteger desta ameaça. Desde o lançamento, o projeto tem sido bem recebido por dezenas de parceiros (76, atualmente) de todos os continentes, o que demonstra a escala global do ransomware, um problema que precisa de ser enfrentado em conjunto.

 

Inicialmente disponível em inglês, holandês, francês, italiano, português e russo, o website foi agora traduzido para finlandês, alemão, hebraico, japonês, coreano, esloveno, espanhol e ucraniano. É esperado que o website fique ainda disponível noutras línguas para que as vítimas de todo o mundo tenham uma melhor assistência.

Desde o último relatório, apresentado em dezembro, mais de 10 mil vítimas de todo o mundo puderam desencriptar os seus dispositivos que tinham sido afetados graças às ferramentas disponibilizadas gratuitamente na plataforma. 

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