HomeCulturaDia Mundial da Música – Metro promove cultura na Estação Cais do Sodré

Dia Mundial da Música – Metro promove cultura na Estação Cais do Sodré

                                                                                                                                                         

COMUNICADO DE IMPRENSA

 


 

01 de outubro, Dia Mundial da Música

Metro promove cultura na Estação Cais do Sodré

 

No dia 01 de outubro, dia Mundial da Música viaje de Metro até à estação Cais do Sodré e assista gratuitamente, pelas 21 horas, a dois concertos gratuitos.

 

O Metropolitano de Lisboa proporciona aos seus clientes a oportunidade de conhecer dois artistas de música da nova geração portuguesa: Éme e Primeira Dama.

 

Estes concertos inserem-se no âmbito do projeto de dinamização das estações que o Metropolitano de Lisboa está a desenvolver desde o início de 2018, com a oferta de uma programação cultural que inclui exposições fotográficas, visitas guiadas, performances artísticas, entre outras.

 

O Metropolitano de Lisboa é publicamente reconhecido como empresa que promove a transversalidade cultural junto dos cidadãos tendo, para o efeito, estabelecido parcerias e protocolos de cooperação com diversas instituições com vista a fomentar o interesse e a motivação para os aspetos culturais que se revelem de especial qualidade e que se pretendem sejam amplamente difundidos.

 

Não falte… esperamos por si!

 

___________

Sobre os artistas:

Éme: João Marcelo, músico lisboeta de 25 anos, com produção de B Fachada, estará na companhia dos melhores e mais empenhados amigos, o seu mais recente álbum é um encontro de refrões épicos e mãos cheias de composições visualmente fortes que usa para cantar o que de específico encontra numa viagem pelo país, num álbum de retorno às suas raízes, composto por forças opostas e surpresas.

 

Primeira Dama, é Manuel Lourenço, uma das principais caras por detrás da Xita Records, editora de música baseada na cidade de Lisboa, e um dos principais nomes a ter em conta na nova geração da música portuguesa. Primeira Dama fascina pela forma como as suas canções crescem da simplicidade de alguns acordes no órgão, para uma complexidade melódica marcada pela voz e os poemas imensos que o Manuel desfila de rajada. E o que parece uma composição inocente e direta ao primeiro encontro, transforma-se num mar de sensações à medida que a canção vai crescendo.