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Apenas 10% das empresas Portuguesas estão na Liderança Digital, de acordo com Indicador de Transformação Digital da DellEMC

Apenas 10% das empresas Portuguesas estão na Liderança Digital, de acordo com Indicador de Transformação Digital da DellEMC

 

36% dos gestores acreditam que vão antecipar, de forma disruptiva, as mudanças antes de estas serem exigidas pelo mercado, de acordo com o Indicador de Transformação Digital da DellEMC.

 

 

Destaques:

  • 10% das empresas Portuguesas são considerados Líderes Digitais.
  • 36% das empresas Portuguesas acreditam que serão vão conseguir antecipar, de forma disruptiva, as necessidades do mercado.
  • 94% das empresas acreditam que terão de se esforçar mais para responder aos pedidos dos clientes, dentro de cinco anos.
  • 13% das empresas Portuguesas temem que sua organização se torne obsoleta dentro de cinco anos.
  • Os líderes empresariais apontam os baixos orçamentos e a falta de recursos como as maiores barreiras à transformação digital.

 

Notícia completa:

Atualmente, 10% das empresas Portuguesas são líderes digitais, de acordo com Indicador de Transformação Digital da Dell Technologies (Indicador DT). O Indicador DT, elaborado em colaboração com a Intel, mapeia o progresso da transformação digital de empresas média e grande dimensão, tendo como base as expetativas e receios digitais dos líderes de negócio de todo o mundo.

Este estudo revela que 94% dos líderes de negócio Portugueses acreditam que, dentro de cinco anos, as suas organizações terão que se esforçar ainda mais para responder aos pedidos dos seus clientes e 13% teme que a sua organização seja ultrapassada.

 

Os cálculos do Indicador DT têm como base a perceção do desempenho empresarial nas seguintes áreas: disponibilidade de serviços ou produtos core através do digital **, a estratégia de TI existente, a estratégia de transformação da força de trabalho e os investimentos planeados.

 

Dois anos depois do lançamento do estudo do Indicador DT, em 2016, a Dell Technologies e a Intel aumentaram a sua amostra para a pesquisa, de 16 para 42 países e passaram a comparar 4.600 empresas, usando os seguintes agrupamentos:

 

Grupos comparados

Descrição

Análise do país em 2018

Líderes Digitais

Transformação digital, em diversas formas, integrada no DNA da empresa

10%

Adoção do Digital

Tem um plano digital maduro, investimentos e inovações em curso

21%

Avaliadores Digitais

Abraça a transformação digital de forma cautelosa e gradual; planeando e investindo no futuro

37%

Seguidores Digitais

Pequenos investimentos, tentativas de começarem planos para o futuro

24%

Demorados Digitalmente

Não têm um plano digital, iniciativas limitadas e investimentos

8%

 

 

Atualmente 10% das empresas portuguesas estão a adotar o digital, o que significa que as empresas estão a avançar com os seus planos digitais e aposta na inovação, abraçando assim desta forma a Transformação Digital.

 

O Indicador de Transformação Digital revela que no nosso país, existe ainda um número significativo de empresas que estão nos dois grupos inferiores, ou seja, cujo percurso para a transformação digital é muito lento ou que ainda não possuem um plano digital.

 

Barreiras à Transformação Digital

Segundo a pesquisa, 90% das empresas portuguesas estão a enfrentar grandes impedimentos para a transformação digital ao dia de hoje.

 

De acordo com o estudo, as cinco principais barreiras à transformação digital em Portugal são:

  1. Falta de orçamento e recursos;
  2. Privacidade de dados e preocupações com a cibersegurança;
  3. Cultura digital imatura: falta de alinhamento e colaboração em toda a empresa;
  4. Falta de uma estratégia e visão digital coerente;
  5. Abordagem reativa para atividades concorrentes.

 

Estas são as barreiras que estão a dificultar os esforços em torno da transformação digital. Por exemplo, 82% dos líderes de negócios portugueses acreditam que a transformação digital deve ser generalizada por toda a organização. 44% acreditam fortemente que vão conseguir antecipar o futuro de forma disruptiva em apenas cinco anos, sem serem ultrapassados.

 

“Já falamos sobre estar à beira de uma tremenda mudança há algum tempo. Mas tal não é mais o caso”, confirma Gonçalo Ferreira, General Manager for DellEMC Commercial in Portugal. “A próxima era digital chegou e já está a mudar a maneira como vivemos, trabalhamos e conduzimos negócios. O que significa que o tempo urge. A transformação genuína precisa acontecer agora e precisa ser radical”.

Conquistar os desafios

O estudo indica que as empresas estão a tomar medidas para superar as barreiras, juntamente com a ameaça de serem superadas por players mais ágeis e inovadores. Contudo, o progresso nestas áreas ainda é reduzido. Podemos confirmar isso através de:

 

  • 63% das empresas portuguesas usam tecnologias digitais para acelerar o desenvolvimento de novos produtos ou serviços;
  • 50% das empresas promovem segurança e privacidade em todos os dispositivos, aplicações e algoritmos;
  • 35% esforçam-se para desenvolver internamente conjuntos de competências e conhecimentos adequados, tais como ensinar os funcionários a programar;
  • 44% promovem a partilha de conhecimento entre funções, equipando os líderes de TI com competências de negócio e os líderes de negócio com conhecimentos de TI.

 

As empresas também estão a recorrer às tecnologias emergentes e à cibersegurança para potenciar (e proteger) a sua transformação.

 

Investimentos planeados dentro dos próximos um a três anos:

  • 59% das empresas portuguesas pretendem investir em cibersegurança;
  • 45% das empresas portuguesas pretendem investir em multi-cloud;
  • 45% das empresas portuguesas pretendem investir em tecnologia IoT;
  • 32% das empresas portuguesas pretendem investir em Inteligência Artificial;
  • 31% das empresas portuguesas pretendem investir em Flash.

 

Um número mais reduzido de empresas, mas já significativo, planeia experimentar tecnologias emergentes. 13% das empresas investem atualmente em blockchain, 11% em computação quântica e 25% em Realidade Virtual (VR)/ Realidade Aumentada (AR).

 

“Este é um momento emocionante para fazer florescer um negócio. Estamos num momento crucial – onde a tecnologia, os negócios e a humanidade se cruzam para criar um mundo melhor e mais interligado”, acrescenta Gonçalo Ferreira. “No entanto, apenas as organizações centradas na tecnologia recolherão as recompensas oferecidas por um modelo de negócios digital, incluindo a capacidade de agir rapidamente, automatizar tudo e corresponder às expetativas dos clientes. É por isso que a transformação digital precisa de ser tratada como a prioridade número 1.”

doc icon 20181205_PR-Dell_Estudo-Digital-Transformation-Index-em-Portugal.docx

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