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Novas conclusões do estudo GTCI 2019 da Adecco revelam a importância das ligações entre migração, educação, formação e competitividade

E destaca os principais fatores que contribuem para a competitividade de talentos
Novas conclusões do estudo GTCI 2019 da Adecco revelam a importância das ligações entre migração, educação, formação e competitividade

Lisboa, 19 de fevereiro de 2019 – A Adecco divulgou novas conclusões do estudo GTCI 2019 (Global Talent Competitiveness Index 2019), desenvolvido anualmente em parceria com a INSEAD e a TATA Communications, entre as quais a importância das ligações existentes entre os fenómenos de migração, a educação e formação e a competitividade dos países.
 
De acordo com o GTCI2019, os principais fatores que contribuem para a competitividade de talentos entre os diversos países analisados estão intrinsecamente ligados a temas como a migração e a abertura dos países que lideram a outras culturas; a estabilidade fiscal; a formação e educação e a própria tecnologia.
 
A abertura dos mercados é um dos fatores chave para a competitividade dos talentos: os países que lideram o ranking de 2019 demonstram um elevado grau de abertura ao comércio, investimento, a novas ideias e tecnologias que geram por sua vez formas inteligentes de trabalhar e alterações na herarquização das empresas tornando-as efetivamente mais competitivas e como imanes de talentos, abraçando a globalização e, ao mesmo tempo, alavancando os recursos humanos.
 
Por um lado há que não esquecer que os países com estabilidade fiscal precisam de competitividade de talentos para o desenvolvimento sustentável: os países ricos em petróleo ou minerais, ou aqueles com vantagem competitiva específica ao contexto, devem promover a competitividade de talentos para garantir a prosperidade sustentável.
 
Por outro lado, o crescimento de talentos pode ser feito a nivel interno ou externo: alguns países como os EUA e a Suiça, têm feito um importante exercício no desenvolvimento de talentos dentro de suas próprias fronteiras, de valorização dos seus próprios colaboradores, enquanto outros, como a China, atraem talentos estrangeiros ou enviam as suas consideradas elites para o exterior para obter mais educação.
 
De acordo com os resultados do GTCI 2019, os países devem considerar a empregabilidade ou arriscar altos níveis de desemprego: o talento para o crescimento significa atender às necessidades reais de uma economia nacional. Singapura, Suiça e os países nórdicos adaptam os sistemas educacionais de forma a tornarem-se mais adequados às habilidades empregáveis.
 
Os sistemas educacionais precisam reconsiderar a aprendizagem tradicional: o desenvolvimento de talentos no século 21 deve ir além da educação formal tradicional e desenvolver habilidades vocacionais, e a inteligência emocional como fator critico.
 
A tecnologia está a mudar o significado do que hoje consideramos ‘habilidades empregáveis’: as mudanças tecnológicas, a cloud, a inteligência artificial e a capacidade crescente do “machine learning” levam já hoje à necessidade de desenvolvimento de novos segmentos do mercado de trabalho, impactando nos considerados rabalhos tradicionais que abrangem ainda milhões de trabalhadores.
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Alain Dehaze, Chief Executive Officer, the Adecco Group destaca que “à medida que o mundo do trabalho muda, rapidamente, existe o perigo de que, se os países e as cidades não tiverem as condições adequadas para atrair talentos, as pessoas e as empresas afastar-se-ão e procurarão oportunidades em outros lugares. Os resultados do relatório GTCI deste ano são mais uma prova de como o talento empreendedor está a ser cada vez mais visto como uma forma de navegar com sucesso num mundo em constante fluxo. Nutrir é uma parte vital de criar o ambiente certo para o talento florescer e lançar as sementes para o sucesso no futuro.”

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