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A Toshiba dá 5 dicas para quem gere forças de trabalho flexíveis

A Toshiba ajuda as empresas a gerir a força de trabalho flexível da melhor forma.

Lisboa, 14 de março de 2019 – A Toshiba Client Solutions tem visto as forças de trabalho flexível aumentar e tornarem-se numa realidade para muitas empresas, assim como o trabalho mobile. Por isso, a Toshiba criou uma lista com cinco pontos importantes a considerar para ajudar as empresas que planeiam adotar esta nova tendência, e até mesmo às que já adotaram.
 

  1. Gestão de Hardware

Tecnologia é essencial para qualquer força de trabalho flexível, pois ela precisa atender às necessidades dos funcionários que estão constantemente em deslocação. Além de portátil, o hardware também deve ser intuitivo, simples de usar e poderoso o suficiente para executar várias aplicações ao mesmo tempo. Os computadores portáteis da força de trabalho devem incluir capacidades de segurança específicas para a empresa e serem robustos e seguros o suficiente para assegurar aos trabalhadores que têm uma primeira linha de defesa contra ciberataques.
 
Ou seja, a conectividade e a segurança precisam ser a prioridade de qualquer força de trabalho flexível para garantir que os funcionários permaneçam conectados através de uma variedade de acessos, beneficiem da potência dos processadores mais recentes e estejam protegidos por uma variedade de barreiras de segurança biométricas embutidas. Portanto, é importante ter uma política de coesão de hardware ao gerir a flexibilidade da força de trabalho entre organizações. Se os dispositivos partilham acessórios comuns, como portas de docking, e componentes comuns, como baterias, é mais fácil o planeamento e o suporte por parte dos departamentos de TI, e responder mais rapidamente a problemas que possam surgir com equipamentos que se encontram fora do escritório.
 

  1. Gestão de segurança e treino do trabalhor

As pessoas são o elo mais fraco em qualquer cadeia de segurança. Este factor torna-se mais significativo quando o trabalho é remoto e os trabalhadores estão fora dos clássicos perímetros de segurança impostos dentro do ambiente empresarial. É relativamente fácil monitorizar o que os trabalhadores estão a fazer com os equipamentos quando estão no escritório, mas quando não estão já não é tão fácil.
 
Por este motivo, ao gerir uma força de trabalho flexível, a segurança e a formação dos trabalhores são a preocupação principal dos departamentos de TI. Isto porque, quando não é fácil de monitorizar os trabalhadores, estes ficam mais vulneráveis a ataques. Embora um dispositivo empresarial possa servir como uma forte defesa inicial, as empresas devem implementar soluções de segurança mais profundas na sua infraestrutura, as quais podem proteger dos maiores riscos de hoje em dia e tirar a responsabilidade de segurança das mãos da equipa de TI.
 
Os equipamentos zero clients móveis conseguem fazer exatamente isso ao fornecer funcionalidades e dados por meio da solução VDI (Virtual Desktop Infrastructure) ao utilizador. Os dados não são armazenados no próprio dispositivo, mas os utilizadores podem beneficiar da conectividade e das funções mais abrangentes, sem correr o risco de um malware ficar no dispositivo ou que no caso de perda ou roubo do dispositivo os dados sejam roubados. Com as empresas europeias a serem obrigadas a cumprir desde 2018 o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), os equipamentos zero clients podem desempenhar um papel crucial nas empresas que operam em setores como finanças ou saúde, onde existem grandes quantidades de dados importantes.
 

  1. Gestão de dados

Se um malware atingir um computador, ou o utilizador acidentalmente o reformatar, ou se o portátil ou o disco rígido sofrer algum tipo de dano físico, é importante recuperar os dados o mais rápido possível. Isto é essencial para a produtividade, para atender às expectativas dos clientes quanto ao serviço responsivo e também por motivos regulamentares.
 
Os dados geralmente precisam ser recuperados de forma rápida. Não importa qual é o serviço especializado que é utilizado para concretizar a tarefa, este deve ser capaz de garantir a confidencialidade que toda a empresa exige. Idealmente, onde houver a responsabilidade de algum tipo de falha mecânica, o serviço também deve ser capaz de entregar os dados recuperados num novo disco rígido, a fim de garantir que os mesmos problemas não se repitam.
 
O RGPD também tem implicações significativas para as empresas com forças de trabalho flexíveis, pois terão que prestar muita atenção à sincronização e à versão dos dados pessoais que possuem. Como as pessoas agora têm o direito de exigir que as informações desatualizadas sejam corrigidas ou até mesmo eliminadas, as empresas terão que ter mais cuidado sobre quais são os dados mantidos nos dispositivos. Uma vez que se tenha exigido a retificação ou a eliminação de dados pessoais, seria desastroso que mais tarde aparecesse uma versão mais antiga dos dados num computador, telemóvel ou drive usb.
 

  1. Gestão da falha nas habilidades digitais

Para a maior parte das empresas, o trabalho flexível já é uma necessidade ou está a tornar-se rapidamente numa. As empresas que não se adaptarem, brevemente ficarão para trás, seja pela incapacidade de atrair funcionários, já que cada vez mais é exigida a opção de trabalhar desta forma, ou devido a uma infraestrutura de TI incapaz de suportar o peso desta estratégia.
 
De acordo com o Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional, 70% dos trabalhadores europeus precisam de algum nível de competências digitais para fazer o seu trabalho, mas 40% não têm o talento necessário. Para resolver essa lacuna, as empresas devem educar a equipa sobre melhores práticas, garantindo que compreendem os riscos, as armadilhas e as responsabilidades ligadas ao trabalho flexível e eficaz. É igualmente importante que as empresas forneçam soluções criadas especificamente para que seja possível trabalhar de forma produtiva e segura, independentemente de onde estejam.
 

  1. Gestão de ponta

O aumento da mobilidade, o aumento das ameaças à segurança e a proliferação de dados significam que os gestores de TI precisam gerir e maximizar efetivamente as propriedades. O Edge Computing, previsto pela Equinix e pelo IDC que vai ajudar as empresas a alcançar $2 bilhões de dólares em benefícios extras por meio do aumento das receitas, redução de custos e melhor produtividade nos próximos cinco anos, está a crescer rapidamente a uma taxa de mais de 50% ao ano.
 
O egde computing, ao realizar o processamento de dados na periferia de uma rede, onde a atividade está a acontecer, em vez de forma central, permite que as empresas otimizem os processos ao reduzir a latência e os custos e, ao mesmo tempo, melhora a qualidade do serviço. Com o processo a acontecer na periferia da rede entre os endpoints locais, uma percentagem maior de dados será encriptada no ponto em que é enviada ao núcleo da rede. Como resultado, a oportunidade de um malware e de ficheiros comprometidos se infiltrarem na infraestrutura central de TI é reduzida, e quaisquer potenciais tentativas de hacking podem ser detectadas numa fase inicial.

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