HomeActualidadeAmbiente“Chairman” da Repsol defende uma transição energética ordenada e que tire partido de todas as soluções

“Chairman” da Repsol defende uma transição energética ordenada e que tire partido de todas as soluções

“CHAIRMAN” DA REPSOL DEFENDE UMA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA ORDENADA E QUE TIRE PARTIDO DE TODAS AS SOLUÇÕES

  • O “chairman” da Repsol, Antonio Brufau, defendeu na assembleia-geral de acionistas em Madrid que a transição energética em Espanha seja “ordenada e tire partido de todas as soluções” porque, caso contrário, “há o risco de destruir uma parte essencial do valor do nosso país”.
  • Antonio Brufau, que sublinhou o compromisso da Repsol na luta contra as alterações climáticas, reivindicou o papel da indústria na criação e manutenção de emprego nas economias desenvolvidas. “A indústria gera trabalho de grande valor acrescentado e salários dignos, crescimento, investigação e futuro”, disse perante os acionistas.
  • “Abandonar o conceito de neutralidade tecnológica, apostando apenas em algumas tecnologias, implica destruir tecido industrial, reduz a investigação que permite melhorar e reduz a possibilidade de um mundo melhor a médio e longo prazo”, acrescentou Brufau na sua intervenção.
  • O presidente-executivo, Josu Jon Imaz, apontou os principais feitos da companhia durante o exercício passado, quando a Repsol obteve o maior resultado dos últimos oito anos, consolidando o seu crescimento como fornecedor multienergia.
  • Josu Jon Imaz afirmou que, em 2018, “a Repsol deu um importante passo no seu compromisso de ser um jogador chave na transição energética”, lançando, entre outras iniciativas, a Repsol Eletricidade e Gás, que já tem 870 mil clientes em Espanha.
  • A assembleia-geral de acionistas da Repsol aprovou uma retribuição ao acionista equivalente a 0,525 euros brutos por ação. Com isso, a retribuição total proposta para o exercício, mediante a fórmula de “scrip dividend”, aumenta para 0,95 euros por título, mais 5,56% do que no exercício anterior.
  • Aprovou a re-eleição como membros do conselho de administração de Antonio Brufau, Josu Jon Imaz, José Manuel Loureda e John Robinson West e a ratificação e re-eleição de Henri Philippe Reichstul.
  • Acordou também a nomeação como administradoras não executivas externas e independentes de Aránzazu Estefanía Larrañaga e de María Teresa García-Milà Lloveras, pelo que a Repsol passa a superar a recomendação do Código de Bom Governo da Comisión Nacional de Mercado de Valores (CNMV) relativa à presença de 30% de mulheres no Conselho de Administração.

 

 

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