HomeActualidadeJÁ COMEÇARAM OS ENSAIOS DE… A PEÇA QUE DÁ PARA O TORTO

JÁ COMEÇARAM OS ENSAIOS DE… A PEÇA QUE DÁ PARA O TORTO

Fotografias do elenco: https://we.tl/t-QRdQ53fxV7

Vídeo de montagens: https://we.tl/t-332CfQV5Iv

O primeiro replica show em Portugal estreia a 12 de Fevereiro no Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa e, curiosamente, coincide com a primeira vez em que uma peça vai
dar para o torto.

Os ensaios desta peça-dentro-da-peça que acontece no Inverno de 1922 e onde tudo pode suceder, menos o que é realmente suposto, já começaram.
O espectáculo adaptado por Nuno Markl e com a encenação “residente” de Frederico Corado tem como elenco Alexandre Carvalho, Cristóvão Campos, Igor Regalla, Inês Castel-Branco, Joana Pais de Brito, Miguel Thiré, Telmo Mendes e Telmo Ramalho que sobem ao palco para enfrentar vários obstáculos, que têm tanto de inoportunos como de imprevisivelmente cómicos.

O QUE É UM REPLICA SHOW?

Este conceito define-se pela compra da totalidade de um projecto por parte de uma produtora nacional. São, por isso, adquiridos os desenhos de luz, som, cenário e guarda-roupa, o que faz com que a peça seja apresentada nos seus moldes originais e, por isso, coincida com as apresentações de, por exemplo, Londres, Nova Iorque e Madrid, sendo a única alteração a tradução do texto para português e a selecção do elenco, com actores nacionais. Além disso, também a linha de comunicação, nomeadamente a imagem e cartazes, estão em consonância com o espectáculo original.

SOBRE A PEÇA

Um assassinato de contornos misteriosos acontece na década de 1920. Os investigadores vão ter de perceber quem é o assassino e, não fosse esta a peça onde tudo dá para o torto, no final o assassino seria descoberto sem qualquer inconveniente. O problema é que, pelo meio, há toda uma série de desgraças hilariantes que acontecem quando menos se espera. Desde portas encravadas, objectos a cair e actores que se esquecem das deixas.

SUCESSO INTERNACIONAL

Estreou em Londres há 5 anos e já passou, regressou ou ainda está a passar por mais de 30 países:

Alemanha. Itália, Bulgária, Argentina, Hungria, França, Polónia, Turquia, Austrália, Japão, Finlândia, Grécia, China, Israel, Roménia, Chile, Noruega, Holanda, Espanha, Brasil, Islândia, Bélgica, Croácia, Coreia, Estónia, Perú, Suécia, Dinamarca, República Checa, India, Luxemburgo, Suíça, Áustria, Rússia, África do Sul, México, sem esquecer os Estados Unidos, tanto na Brodway como Off- Broadway, o que vale por dois!

JÁ ARRECADOU PRÉMIOS MUITO IMPORTANTES:

ALEXANDRE CARVALHO
É TELMO: O TÉCNICO DE SOM E LUZ.

Tirou o curso de Interpretação na Escola Profissional de Teatro de Cascais e tem vindo a fazer parte de peças como “Amália, o Musical” (2000) e, mais recentemente, “As Aventuras do João Sem Medo” (2019), com encenação de Lúcia Moniz e Paulo Quedas. Participou igualmente em projectos televisivos, cinematográficos e também dobragens para filmes de animação, como “Força de Ralph” em 2012, “Monstros, a Universidade” em 2013, e em 2017 deu voz em a “A Bela e o Monstro”.

CRISTÓVÃO CAMPOS

É CARLOS: O DIRECTOR DO NÚCLEO DE TEATRO DA SOCIEDADE RECREATIVA, ENCENADOR DA PEÇA E INTERPRETA O PAPEL DO INSPECTOR CARTER.

Estreou-se em televisão em 2000 na série “Uma Aventura” e fez parte do elenco de “A Minha Família é uma Animação” (Neco) e, mais à frente, de “Floribella”, “Doce Tentação” e “Filhos do Rock”. No cinema, a sua carreira conta com “Pátio das Cantigas” e “Pedro e Inês”. Em 2006 deu início ao seu percurso teatral, subindo a palcos como o Teatro Nacional D. Maria II interpretando “r Reagan” e Teatro Aberto, com “Hanna e Martín”, “O Senhor Puntila e o seu Criado Matti” ou em 2019 “A Golpada”.

INÊS CASTEL-BRANCO

É SANDRA: INTERPRETA O PAPEL DE FLORENCE COLLEYMOORE.

Formou-se em Digital Filmmaking na New York Film Academy e começou em televisão aos 18 anos na série “Uma Aventura”. Desde aí participou em várias peças de teatro como “39 Degraus” (2011) e “Três Mulheres Altas” (2014). No cinema foi “Snu” (2019), que lhe deu a nomeação para Melhor Atriz de Cinema nos Globos de Ouro. Em televisão, esteve em produções como “Tudo por

or” e “Doce Fugitiva” (TVI) e “Laços de Sangue”, “Sol de Inverno” ou “Mar Salgado” na SIC, integrando actualmente “Nazaré”.

IGOR REGALLA

É DINIS: INTERPRETA O PAPEL DE PERKINS.

Foi no teatro que iniciou a sua carreira. Participou em campanhas publicitárias e estreou-se na ficção nacional com “Água de Mar”, em 2014, na TVI, tendo sido nesse canal que em 2015 fez parte do grande projeto “A Única Mulher”. Ainda em televisão, deu vida a Lucas na novela “Alma e Coração” (SIC) em 2018. Já no cinema, protagonizou Eusébio na minissérie “Ruth” e fez de Gabriel, no filme com o mesmo nome, para o qual esteve nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Ator de Cinema, em 2019.

JOANA PAIS DE BRITO

É ANITA: A CONTRA-REGRA DA COMPANHIA.

Foi a fazer comédia que surpreendeu, mais precisamente em Donos Disto Tudo (DDT), na RTP, ao criar bonecos irrepreensíveis de Cristina Ferreira e Ana Malhoa. No teatro integrou projectos como “Querida, comprei uma Orquestra” (2016) e “Os Monólogos da Vagina” (2019). No cinema, fazem parte do seu percurso os filmes portugueses “A Mãe É Que Sabe” (2016) e “Linhas Tortas” (2019). Na actualidade, podemos contar com a sua presença no programa “Cá por Casa” e “Patrulha da Noite”, ambos na RTP1.

JOÃO VELOSO

É TÉCNICO DA SOCIEDADE CULTURAL E RECREATIVA DO SOBRALINHO.

Fez o Curso Profissional de Actores na ACT e vários workshops de representação. Nos palcos integrou peças como “As Bodas de Sangue” (2014), “Almenara” (2016) e “Vanessa vai à luta” (2017). Em televisão, participou nas novelas “Mar Salgado” e “Coração d’Ouro” (SIC). Já no cinema estreou-se na curta-metragem “Ninho” (2015) e fez parte de “O amor​ é lindo…porque sim” e de “Cartas da Guerra” (2015).

MIGUEL THIRÉ

É ROBERTO: INTERPRETA O PAPEL DE THOMAS COLLEYMOORE.

Iniciou a sua formação aos 10 anos e desde aí tem vindo a dar vida a muitas personagens, tanto em teatro, como em cinema e televisão. No Brasil fez parte de muitos projectos da Rede Globo e TV Record, tendo também concebido vários espectáculos teatrais. Chegou à ficção portuguesa em 2016 com a novela “A Impostora”, na TVI, e deu os primeiros passos no Chapitô, como criador e intérprete. No último ano estreou a peça “SELFIE” em Portugal, que vinha de uma carreira de sucesso em terras brasileiras.

RITA SILVESTRE

É TÉCNICA DA SOCIEDADE CULTURAL E RECREATIVA DO SOBRALINHO.

Fez o Curso de Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema e de Interpretação na Escola Profissional de Teatro de Cascais. Seguiram-se projectos orientados por Carlos Avilez e peças com encenação de Leonardo Garibaldi, como “O Cornudo Imaginário” (2014) e “Rape – Estudo de um ingénuo amor” (2015/2016) e “YOUTH” (2018/2019). Na ficção nacional, esteve em “Sol de Inverno” (SIC), em 2013.

TELMO MENDES

É JOÃO: INTERPRETA O PAPEL DE CHARLES HAVERSHAM.

Actor, cantor e bailarino, fez formação na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo e são vários os projectos teatrais em que esteve presente, nomeadamente dirigidos por Filipe La Féria, mas também no Centro Cultural Malaposta, Teatro do Bairro e Comuna Teatro de Pesquisa. Em televisão, vimo-lo em “Hotel 5 Estrelas”, na RTP, em “Rosa Fogo”, na SIC, e podemo-lo ouvir em dobragens de diversos filmes de animação, sendo o mais recente “Viva o Rei Juliano”.

TELMO RAMALHO

É MAX: INTERPRETA O PAPEL DE CECIL HAVERSHAM E DE ARTHUR, O JARDINEIRO.

Participou no “Aqui há Talento” (RTP1) em 2007 e desde aí seguiram-se participações em televisão, dobragens em filmes de animação e peças de teatro como “As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos” e “Raul, Um Espectáculo de Homenagem a Solnado”. Além de actor, é também criador e formador com um notável percurso na escola do improviso. “ImproFado”, “ImproKids” e “WWW Os Improváveis”, com Os Improváveis, e “Tochas e Telmo (A)variado” com Pedro Tochas, são alguns dos seus projectos.

VALTER TEIXEIRA

É TÉCNICO DA SOCIEDADE CULTURAL E RECREATIVA DO SOBRALINHO.

Foi na Escola Profissional de Teatro de Cascais que deu os primeiros passos na representação. Em teatro, integrou projectos da Companhia de Teatro ‘O Sonho’ e, depois, na Companhia de Teatro Andrómeda, como “Hipotenusa”, em 2018. Participou em musicais como “Feiticeiro de OZ” e “Príncipe Nabo” e, mais recentemente, vimo-lo na novela “A Prisioneira” (TVI), em 2019.

Texto de: Henru Lewis, Jonathan Sayer, Henry Shields
Encenação de: Hannah Sharkey
Encenação residente de: Frederico Corado
Tradução e adaptação de: Nuno Markl

THEPLAY_PR.pdf